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Arquivo da Categoria: Literatura

Um amor na Biblioteca

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Publicado por em 18 de Janeiro de 2019 em Bibliotecando, Literatura, Memória

 

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A Inglesa e o Marialva

inglesamarialva

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Publicado por em 11 de Janeiro de 2019 em Bibliotecando, Literatura, Memória

 

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Concurso Nacional de Leitura

Está já a decorrer a 13.ª Edição do Concurso Nacional de Leitura (CNL).

Na Escola Secundária de Sá da Bandeira, as inscrições estão abertas. 

Agora basta ler uma das obras selecionadas:

CNL-ESSB2018

 

 

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José Saramago: 20 anos de Nobel

‘Deram-me o Nobel, e o quê?’

20Anos-Nobel (11)

“Em certo sentido poder-se-á mesmo dizer que, letra a letra, palavra a palavra, página a página, livro a livro, tenho vindo, sucessivamente, a implantar no homem que fui as personagens que criei. Creio que, sem elas, não seria a pessoa que hoje sou, sem elas talvez a minha vida não tivesse logrado ser mais do que um esboço impreciso, uma promessa como tantas outras que de promessa não conseguiram passar, a existência de alguém que talvez pudesse ter sido e afinal não tinha chegado a ser.  
        Agora sou capaz de ver com clareza quem foram os meus mestres de vida, os que mais intensamente me ensinaram o duro ofício de viver, essas dezenas de personagens de romance e de teatro que neste momento vejo desfilar diante dos meus olhos, esses homens e essas mulheres feitos de papel e de tinta, essa gente que eu acreditava ir guiando de acordo com as minhas conveniências de narrador e obedecendo à minha vontade de autor…”

José Saramago , Discurso na Nobel Foundation, em 7 de dezembro de 1998

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Publicado por em 7 de Outubro de 2018 em Literatura

 

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130 anos de Pessoa(s)

130Pessoa-2018 (1)

Se a literatura portuguesa tivesse a sua época de festejos populares  Fernando Pessoa seria , certamente, um dos mais celebrados, dos que mais venderia, aquele que mais refletiria as tendências do marketing. Nos mais inusitados objetos se encontra a imagem de Pessoa – dos baralhos de cartas às camisolas, das pens às estilizadas sardinhas, dos tradicionais postais a embalagens de gomas, de canecas  a blocos de apontamentos, de canetas a isqueiros, de panos de louça a serviços de café – uma miríade de opções. 

Álvaro de Campos talvez o tivesse adivinhado 

Assim, como sou, tenham paciência!

Há 130 anos nasceu o génio que  tantas edições motiva:

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Há 83 anos (a 13 de janeiro de 1935) escreveu, na carta a Adolfo Casais Monteiro:

“Sou um dos poucos poetas portugueses que não decretou a sua própria infalibilidade, nem toma qualquer crítica, que se lhe faça, como um acto de lesa-divindade. Além disso, quaisquer que sejam os meus defeitos mentais, é nula em mim a tendência para a mania da perseguição.(…) Não penso nada do Caeiro, do Ricardo Reis ou do Álvaro de Campos. Nada disso poderei fazer, no sentido de publicar, excepto quando (ver mais acima) me for dado o Prémio Nobel. E contudo — penso-o com tristeza — pus no Caeiro todo o meu poder de despersonalização dramática, pus em Ricardo Reis toda a minha disciplina mental, vestida da música que lhe é própria, pus em Álvaro de Campos toda a emoção que não dou nem a mim nem à vida.”

Se a vida lhe tivesse dado tempo…

 

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Mães

MÃE

Nasci em Maio, o mês das rosas, diz-se. Talvez por isso eu fiz da rosa a minha flor, um símbolo, uma espécie de bandeira para mim mesmo.

E todos os anos, quando chegava o mês de Maio, ou mais exactamente, no dia 12 de Maio, às dez e um quarto da manhã (que foi a hora em que eu nasci), a minha MÃE abria a porta do meu quarto, acordava-me com um beijo e colocava numa jarra um ramo de rosas vermelhas, sem palavras. Só as suas mãos, compondo as rosas, oficiavam nesse estranho silêncio cheio de ritos e ternura.(…)

E eu dormia poisado sobre a eternidade, como se tudo estivesse certo para sempre, eu dormia com muitos olhos, muitos gestos vigilantes sobre o meu sono. Por vezes tinha pesadelos, acordava, inquieto, a meio da noite, qualquer coisa parecia querer despedaçar-se e então exclamava:

– MÃE!

E logo essa voz, tão calma, entrava dentro de mim, mandava embora os fantasmas, e era de novo o meu quarto, a doce quentura da minha casa no cimo da ternura.

Manuel Alegre, Praça da canção, 1965

Mãe18

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Bibliotecas no Festival de Letras de Santarém

24 de abril  – dia da participação do Agrupamento de Escolas Sá da Bandeira no Festival de Letras de Santarém. As Bibliotecas mostraram o trabalho feito em prol da leitura: cartazes com os rostos e obras dos vinte e três autores que visitaram as escolas Sá da Bandeira, D.João II e Salgueiro Maia; os bonecos que visitam as escolinhas, para divulgar os clássicos da literatura portuguesa; os trabalhos dos alunos, a propósito do 25 de Abril e do lançamento da App PAES.

Também a Associação de Pais da EB de S. Bento esteve connosco, divulgou  a colaboração com a escola e o agrupamento, mostrou o livro ‘A minha escola’.

À tarde, pelas 18:30  a professora bibliotecária da Sá da Bandeira colaborou na apresentação do obra ‘O ouriço malicioso e outras histórias de amor, ciúme e resignação’, do escritor  Humberto Duarte.

Foi, verdadeiramente, o dia do Agrupamento de Escolas Sá da Bandeira!

FestivalLetras (5)

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