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Arquivo da Categoria: Memória

Maratona fotográfica

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Fotografar o nosso Património Religioso

com as Escolas, num evento organizado pela Rede de Bibliotecas Escolares, Rede Intermunicipal de Bibliotecas da Lezíria do Tejo e Concelhos de Entroncamento e Torres Novas (Rede intermunicipal de Bibliotecas do Médio Tejo) pelo Centro de Informação Europe Direct Oeste e Lezíria do Tejo. 

A Maratona Fotográfica  convoca crianças, jovens, adultos,para um olhar diferente e criativo sobre o património religioso.

Em Santarém, nos dias 13 e 14 de dezembro, todos estão convidados a registar imagens, seja com máquinas fotográficas, telemóveis ou outros dispositivos. O regulamento pode ser consultado  aqui.

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República e republicanos na Biblioteca

Datas históricas costumam habitar a classe 9 da Classificação Decimal Universal. O 5 de Outubro de 1910 encontra-se na História de Portugal – 94 (469).

Os romances de época localizam-se na estante da Literatura Portuguesa  – 821.134.3. 

O acervo mais interessante? As obras de Teófilo Braga (primeiras edições, anteriores à Implantação da República) e o espólio de António Ginestal Machado, reitor do Liceu, deputado (1919) e ministro da Instrução (1921).

 

 

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Português e Literatura – o currículo na Biblioteca

Português e Literatura Portuguesa, a língua e a escrita, a escola e a aprendizagem – um caminho a par, faces de uma mesma Pátria como disse Bernardo Soares no Livro do Desassossego, assim, originalmente:

«Não tenho sentimento nenhum politico ou social. Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriotico. Minha patria é a lingua portuguesa. Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal, desde que não me incommodassem pessoalmente. Mas odeio, com odio verdadeiro, com o unico odio que sinto, não quem escreve mal portuguez, não quem não sabe syntaxe, não quem escreve em orthographia simplificada, mas a pagina mal escripta, como pessoa própria, a syntaxe errada, como gente em que se bata, a orthographia sem ípsilon, como escarro directo que me enoja independentemente de quem o cuspisse.

Sim, porque a orthographia também é gente. A palavra é completa vista e ouvida. E a gala da transliteração greco-romana veste-m’a do seu vero manto régio, pelo qual é senhora e rainha.» 

Na Biblioteca, a exposição mostra os livros e a literatura do currículo, desde 1843, ano em nascemos Lyceu, até 1943, ano em que habitámos a nova casa e renascemos Liceu Nacional Sá da Bandeira.

 

 

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150 anos de Tabela Periódica na Biblioteca

 

Num apontamento datado de 17 de fevereiro de 1869, destinado aos seus alunos da Universidade de São Petersburgo, Dmitry Mendeleev organiza, em forma de tabela,  os elementos químicos então conhecidos. Nesse escrito, prevê a existência de outros elementos ainda desconhecidos.

Ao proclamar 2019 o “Ano Internacional da Tabela Periódica dos Elementos Químicos” (IYPT2019), a UNESCO considera a Tabela Periódica dos Elementos Químicos “uma das realizações mais significativas da ciência, captando a essência não só da química, mas também da física e da biologia.

É uma ferramenta única que permite ao cientista prever a aparência e as propriedades da matéria na Terra e no resto do Universo.”

Na Biblioteca da Sá da Bandeira, exibe-se a exposição do grupo 510, comemorativa dos 150 anos da Tabela Periódica, onde se destacam exemplares centenários, pelos quais gerações de alunos aprenderam os elementos químicos:

 
 

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Um amor na Biblioteca

inglesamarialva0

 
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Publicado por em 18 de Janeiro de 2019 em Bibliotecando, Literatura, Memória

 

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A Inglesa e o Marialva

inglesamarialva

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Publicado por em 11 de Janeiro de 2019 em Bibliotecando, Literatura, Memória

 

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Galeria

1918 – mês 11,dia 11, 11ª hora

 
 

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