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Plástico? Recusar, reduzir, reutilizar.

3 de julho – Dia Internacional Sem Sacos de Plástico

O material que mais fascinou a segunda metade do século XX é hoje uma das maiores pragas – o plástico. Demora pelo menos 100 anos a degradar-se no meio ambiente: contamina, polui, mata.

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Recusar, reduzir, reutilizar são  gestos básicos que estão ao alcance de todos – voltar a usar sacos de pano, rejeitar os plásticos desnecessários, reinventar a utilização dos  que temos em casa, eis pequenos atos que contribuem para um planeta mais saudável.

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Na Biblioteca da Sá da Bandeira há literatura que informa sobre maneiras de ser mais amigo do ambiente!

 

 

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Dia do Perfil dos Alunos

Dia do Perfil dos Alunos

15 de janeiro de 2018 

O Agrupamento de Escolas Sá da Bandeira participa na reflexão com assembleias estruturadas de turmas e assembleias de delegados de alunos, ao longo da manhã. No final, o Fórum de Escola –  composto por representantes dos alunos de cada ciclo, da Associação de Estudantes, das Associações de Pais e Encarregados de Educação, do Conselho Geral, do Conselho Pedagógico e da Direção – reúne-se. Apresentadas as ideias para a melhoria de práticas, será feita a síntese e expostas as conclusões.

Na Biblioteca,  os materiais de apoio estão acessíveis, reunidos em  pastas colocadas no ambiente de trabalho, em todos os equipamentos informáticos. Também a documentação básica está exposta.

 
 

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Plantar árvores, atitudes sustentáveis

“Devíeis ensinar aos vossos filhos o que nós ensinámos aos nossos: que a Terra é nossa Mãe. Tudo o que acontece à Terra acontece aos filhos da Terra.” – afirmava o Chefe Seatle em 1854.

No século XX, Carl Sagan dirá que o ‘Pálido Ponto Azul’ – a Terra – é o “único lar que conhecemos”.

Na Sá da Bandeira, Escola Associada da UNESCO, a Biblioteca, a Direção e a turma 10º A, assumem como seus os  Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

No Ano do Entendimento Global – Construindo pontes entre os pensamentos globais e as ações locais  – concretizámos o nossa ação sustentável, em colaboração  com a Quercus.  Contribuímos para a reflorestação de uma mata nacional com a plantação de três árvores autóctones numa Área protegida.

 

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Memória

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Dia Internacional da Lembrança do Holocausto

perpetua a memória  de todos quantos morreram,

vítimas de ideais que não queremos ver renascidos.

Memória

  Na Biblioteca, há títulos que mostram a Literatura  como  testemunho inequívoco da História – para que a memória não se apague!

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Dia das Nações Unidas

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A Organização das Nações Unidas nasceu oficialmente a 24 de Outubro de 1945, data em que a sua Carta foi ratificada pela maioria dos 51 Estados Membros fundadores. O dia é agora anualmente celebrado em todo o mundo como Dia das Nações Unidas.

O objectivo da ONU é unir todas as nações do mundo em prol da paz e do desenvolvimento, com base nos princípios de justiça, dignidade humana e bem-estar de todos. Dá aos países a oportunidade de tomar em consideração a interdependência mundial e os interesses nacionais na busca de soluções para os problemas internacionais.

Via http://www.unric.org/pt/informacao-sobre-a-onu

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Publicado por em 24 de Outubro de 2015 em Bibliotecando, Cidadania, UNESCO

 

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Sá da Bandeira, patrono da Escola

Sá da Bandeira – O português mais ilustre do seu século

No aniversário do patrono da Escola, a Biblioteca mostra um objeto único –

o mapa de Angola, coordenado pelo ainda Visconde de Sá da Bandeira, enquanto Ministro da Guerra.

Mais do que o  político liberal que lutou pela liberdade de um país e das pessoas,

Bernardo de Sá Nogueira foi o humanista cuja ação determinou futuros. 

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Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, 1º Barão, 1º Visconde e 1º Marquês de Sá da Bandeira, nasceu em Santarém em 26 de Setembro de 1795 e faleceu em Lisboa no dia 6 de Janeiro de 1876.

Sá da Bandeira, “o português mais ilustre do seu século”, segundo as palavras de Alexandre Herculano, ingressou na carreira militar com 14 anos, tendo desempenhado papel fulcral em todos os momentos difíceis que o país atravessou. Destacou-se, no entanto, na Guerra Civil de 1832-1834 pela sua coragem, honradez, tenacidade e clarividência. O valente militar foi merecendo sempre, e cada vez mais, a confiança do imperador D. Pedro e do exército. Foi durante o comando de tropas que, no sítio chamado Alto da Bandeira, na Serra do Pilar, Sá Nogueira foi ferido com uma bala no braço direito que originou a sua amputação. A 4 de Abril de 1832, Sá Nogueira foi agraciado com o título de Barão de Sá da Bandeira.

Enquanto cidadão, a nobreza de carácter, a frontalidade, o empenho que dedicava às causas públicas e a confiança que inspirava, juntamente com uma cultura vasta, inteligência fina, o respeito pelas instituições, pelas leis, pela soberania nacional e a afabilidade de trato fizeram dele uma referência fundamental da sociedade oitocentista.

Quanto ao político Sá Nogueira, evidenciam-se dois aspectos fundamentais na sua prática de governante: o desprendimento do poder, apesar de ter sido cinco vezes Presidente do Conselho de Ministros, dezoito vezes Ministro efectivo e dezasseis vezes Ministro Interino. Foi também enquanto político que o Marquês de Sá da Bandeira empreendeu aquela que se pode considerar a mais nobre das suas tarefas: a abolição da escravatura, em 1869. Tal facto, conferiu-lhe a projecção universal que o tornou um símbolo da liberdade, do humanismo, da igualdade entre os homens e do respeito pelo próximo. 

 
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Publicado por em 26 de Setembro de 2015 em Bibliotecando, História, Memória, UNESCO

 

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Não podemos ignorar!

Vemos, ouvimos e lemos
Não podemos ignorar
Vemos, ouvimos e lemos
Não podemos ignorar

Vemos, ouvimos e lemos
Relatórios da fome
O caminho da injustiça
A linguagem do terror

A bomba de Hiroshima
Vergonha de nós todos
Reduziu a cinzas
A carne das crianças

D’África e Vietname
Sobe a lamentação
Dos povos destruídos
Dos povos destroçados

Nada pode apagar
O concerto dos gritos
O nosso tempo é
Pecado organizado

Sophia de Mello Breyner Andresen

Como podemos dormir descansados? Como podemos consentir?

Como podemos fechar os olhos? Como podemos prosseguir alheados?

A vergonha do Mundo.

via Público Por que publicamos esta fotografia

 
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Publicado por em 3 de Setembro de 2015 em Bibliotecando, Cidadania, Memória

 

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