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Arquivo de etiquetas: Marquês de Sá da Bandeira

Um olhar sobre o Marquês de Sá da Bandeira

 

Os  olhos dos meninos são poliedros de cristal – veem a realidade, mas  sem as esquinas do hábito ou o cansaço da rotina, descobrem a vida, mas no  ângulo das verdades pasmadas nas permanentes novidades.

E nós, que somos formadores – educamos e ensinamos as gerações que nos sucedem – maravilhamo-nos com as perspetivas renovadas pelas mãos e pelos lápis dos nossos meninos.

Nós, que transmitimos valores, sensibilizamos para a estética e para o outro, passamos a memória que nos construiu e faz de todos nós o tecido do futuro, sentimos que vale a pena parafrasear Camões

” Olhai que sois formadores só de meninos excelentes”:

 

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Um olhar sobre Santarém

Educar o olhar é sensibilizar para a Beleza, valorizar a diversidade, mover o outro para o reconhecimento  do património e da História.

Há pessoas e instituições que nos marcam –  definiram o passado coletivo, alicerçam o presente, lançam as coordenadas do futuro. 

Assim é  Santarém, assim são os monumentos da cidade, assim são as figuras que de Santarém nasceram para a  pátria e para o mundo.

Em S. Francisco, convento preferido por dinastias, lugar de histórias e História, os alunos dos Agrupamentos do concelho de Santarém expõem olhares  sobre o património.

O Agrupamento Sá da Bandeira mostra o seu patrono, o Marquês de Sá da Bandeira, como figura tutelar da cidade e do país. O humanista,  político,  soldado,  homem de valores e princípios projetados muito para lá do seu tempo,  vive nas memórias e nos sítios.

Esta é a essência dos trabalhos apresentados pelos nossos alunos. 

 

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Exposição ‘175 Anos – um universo de saber’

Uma exposição com um roteiro definido por marcos na história da Escola,da lei fundadora, passando pelos locais, pelas personalidades de vulto, pelos alunos de ontem e de hoje:

DecretoLiceus-PassosManuel-17Novembro1836

Um decreto – Lei de novembro de 1836

Uma cidade – Santarém

Um local – o Seminário Patriarcal

Um início  – 1843

Um patrono – Sá da Bandeira

Um reitor emblemático – António Ginestal Machado

Um reitor carismático – Ruy  da Silva Leitão

Do Liceu para o mundo: orgulhosamente nossos alunos – Bernardo Santareno, Rui Belo, Mário Viegas

Alunos que escrevem – Martinho Cardoso, Miguel Ângelo Antunes, Pedro Santos, Sofia Venturinha.

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Publicado por em 12 de Outubro de 2018 em Bibliotecando, Memória, UNESCO

 

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Sá da Bandeira – patrono da Escola

1Patrono Redonda

O infame tráfico dos negros é certamente uma nódoa indelével na história das nações modernas (…). Emendar pois o mal feito, e impedir que mais não se faça, é dever da honra portuguesa (…).” 

Marquês de Sá da Bandeira – O trabalho rural africano e a administração colonial

Humanista acima de tudo, e por isso determinou futuros. Homem de ideais, político de causas,  assumiu a ética da liberdade enquanto bem universal e direito de todos os Homens – eis a personalidade de quem orgulhosamente ostentamos o nome: 

Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, marquês de Sá da Bandeira.

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Na Biblioteca, evoca-se o ilustre patrono com  o livro

– documento do mês de outubro – 

O trabalho rural africano e a administração colonial:

SáBandeira000 

 

 

 
 

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Sá da Bandeira, patrono da Escola

Sá da Bandeira – O português mais ilustre do seu século

No aniversário do patrono da Escola, a Biblioteca mostra um objeto único –

o mapa de Angola, coordenado pelo ainda Visconde de Sá da Bandeira, enquanto Ministro da Guerra.

Mais do que o  político liberal que lutou pela liberdade de um país e das pessoas,

Bernardo de Sá Nogueira foi o humanista cuja ação determinou futuros. 

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Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, 1º Barão, 1º Visconde e 1º Marquês de Sá da Bandeira, nasceu em Santarém em 26 de Setembro de 1795 e faleceu em Lisboa no dia 6 de Janeiro de 1876.

Sá da Bandeira, “o português mais ilustre do seu século”, segundo as palavras de Alexandre Herculano, ingressou na carreira militar com 14 anos, tendo desempenhado papel fulcral em todos os momentos difíceis que o país atravessou. Destacou-se, no entanto, na Guerra Civil de 1832-1834 pela sua coragem, honradez, tenacidade e clarividência. O valente militar foi merecendo sempre, e cada vez mais, a confiança do imperador D. Pedro e do exército. Foi durante o comando de tropas que, no sítio chamado Alto da Bandeira, na Serra do Pilar, Sá Nogueira foi ferido com uma bala no braço direito que originou a sua amputação. A 4 de Abril de 1832, Sá Nogueira foi agraciado com o título de Barão de Sá da Bandeira.

Enquanto cidadão, a nobreza de carácter, a frontalidade, o empenho que dedicava às causas públicas e a confiança que inspirava, juntamente com uma cultura vasta, inteligência fina, o respeito pelas instituições, pelas leis, pela soberania nacional e a afabilidade de trato fizeram dele uma referência fundamental da sociedade oitocentista.

Quanto ao político Sá Nogueira, evidenciam-se dois aspectos fundamentais na sua prática de governante: o desprendimento do poder, apesar de ter sido cinco vezes Presidente do Conselho de Ministros, dezoito vezes Ministro efectivo e dezasseis vezes Ministro Interino. Foi também enquanto político que o Marquês de Sá da Bandeira empreendeu aquela que se pode considerar a mais nobre das suas tarefas: a abolição da escravatura, em 1869. Tal facto, conferiu-lhe a projecção universal que o tornou um símbolo da liberdade, do humanismo, da igualdade entre os homens e do respeito pelo próximo. 

 
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Publicado por em 26 de Setembro de 2015 em Bibliotecando, História, Memória, UNESCO

 

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