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Artes com as Bibliotecas

   Desenvolvido pelas áreas governativas da Cultura e da Educação, o Plano Nacional das Artes (PNA) tem como objetivo tornar as artes mais acessíveis aos cidadãos, em particular às crianças e aos jovens, através da comunidade educativa, promovendo a participação, fruição e criação cultural, numa lógica de inclusão e aprendizagem ao longo da vida. Pretende incentivar o compromisso cultural das comunidades e organizações e desenvolver redes de colaboração e parcerias com entidades públicas e privadas, designadamente, trabalhando em articulação com os planos, programas e redes pré-existentes.

in https://blogue.rbe.mec.pt/plano-nacional-das-artes-2293904

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Publicado por em 3 de Outubro de 2019 em Arte, Bibliotecando, RBE

 

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Outubro – mês internacional das bibliotecas escolares

MIBE-2019

“Neste mês de outubro, internacionalmente celebrado como o mês das bibliotecas escolares, é-nos proposto pela IASL o lema Vamos imaginar

Vamos imaginar… que os nossos alunos reconhecem o valor do património humano nas suas diferentes vertentes, que aprendem a criar, a pensar, a intervir, a fundamentar as suas opiniões, a melhorar a sua relação consigo, com os outros e que encontram o seu lugar no mundo.

Vamos imaginar… que se estabelecem pontes entre os vários agentes educativos na escola e que todos juntos construímos uma escola criativa, motivadora e geradora de um futuro promissor.

Vamos imaginar… que as bibliotecas respondem aos sonhos dos nossos alunos, dos nossos professores e da nossa escola.”

Manuela Pargana Silva – Coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares

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Um olhar sobre Santarém

Educar o olhar é sensibilizar para a Beleza, valorizar a diversidade, mover o outro para o reconhecimento  do património e da História.

Há pessoas e instituições que nos marcam –  definiram o passado coletivo, alicerçam o presente, lançam as coordenadas do futuro. 

Assim é  Santarém, assim são os monumentos da cidade, assim são as figuras que de Santarém nasceram para a  pátria e para o mundo.

Em S. Francisco, convento preferido por dinastias, lugar de histórias e História, os alunos dos Agrupamentos do concelho de Santarém expõem olhares  sobre o património.

O Agrupamento Sá da Bandeira mostra o seu patrono, o Marquês de Sá da Bandeira, como figura tutelar da cidade e do país. O humanista,  político,  soldado,  homem de valores e princípios projetados muito para lá do seu tempo,  vive nas memórias e nos sítios.

Esta é a essência dos trabalhos apresentados pelos nossos alunos. 

 

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Mensagem da Coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares

MIBE2018

Com a Biblioteca Escolar TODOS LEEM;

Com a Biblioteca Escolar TODOS COMUNICAM;

Com a Biblioteca Escolar TODOS DESCOBREM;

Com a Biblioteca Escolar TODOS PARTILHAM;

Com a Biblioteca Escolar TODOS CRIAM;

Com a Biblioteca Escolar TODOS INTERVÊM.

Mensagem da Coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares

Outubro, mês dedicado às bibliotecas escolares incentiva-nos ao reforço desta REDE e à reflexão sobre o lugar da biblioteca naquele que é o processo de formação da criança e do jovem.

Suportados no valor do saber e da aprendizagem procuramos conciliar respostas ajustadas aos desafios mais gerais da educação, perseguindo os nossos propósitos de sempre: atender aos diferentes perfis dos nossos alunos com respostas adequadas às suas necessidades individuais.

Colaboração, inovação, inclusão, … algumas das marcas que têm acompanhado o desenvolvimento da RBE e que vão ao encontro das medidas educativas ministeriais preconizadas para este ano. Para as bibliotecas escolares é a oportunidade de reforçar a sua intervenção, participando ativamente neste desígnio e estreitando o trabalho colaborativo entre a biblioteca e os docentes das diferentes áreas curriculares, contribuindo para a flexibilidade das aprendizagens.

Igualmente, a multiplicidade de saberes e competências e o carácter mais humanista da formação do aluno, previsto no Perfil dos alunos no final da escolaridade obrigatória têm, na biblioteca, um suporte e um apoio indispensáveis.

A relação privilegiada, de proximidade, que desenvolvemos nesta REDE, permitirá continuarmos a encontrar as melhores respostas aos múltiplos desafios que, permanentemente, nos confrontam. Nesse sentido, o desenvolvimento da RBE tem tido como pilar estruturante o lançamento anual de diferentes candidaturas que amplificam as possibilidades das bibliotecas adequarem os projetos à sua realidade ao mesmo tempo que proporcionam percursos inovadores diversificados.

Para uma efetiva conjugação de esforços entre todos destacámos, este ano, um conjunto de áreas prioritárias que nos parecem essenciais para consolidar o nosso trabalho.

Naturalmente, a leitura, transversal que é, na nossa ação, destaca-se perspetivando-se mais verticalmente. Convictos da importância da promoção de um trabalho que envolva toda a comunidade escolar propusemo-nos encontrar modos de melhor garantir o acesso à leitura, tornando-a numa prática quotidiana nas nossas escolas. Apresentámos, por isso, um conjunto de propostas ajustáveis para serem promovidas em escolas do 1º ciclo e em jardins-de-infância – Roteiro para uso das bibliotecas escolares: escolas do ensino básico e Jardins-de-infância.

Sendo a formação de bons leitores o primeiro e último desígnio do trabalho nas bibliotecas, estão criadas múltiplas oportunidades de desenvolvimento desta prática através das candidaturas: Ideias com méritoBiblioteca digitalLeituras… com a bibliotecaTodos juntos podemos lere de projetos como Miúdos a votosClássicos em redeSOBE+ e, mais recentemente, Cientificamente provável. Além disto, temos tido a preocupação de inscrever no nosso plano de formação anual, propostas que equacionam a leitura hoje e fazem da biblioteca o polo catalisador desta dinâmica.

Lugar de interseção entre pessoas, conhecimentos e valores, a biblioteca escolar pode e deve favorecer exercícios de cidadania que apetrechem os alunos com ferramentas que lhes permitam uma maior consciência de si próprios, do seu lugar no mundo e da sua relação com o outro.

Vivemos tempos acelerados de mudança. A forma como acedemos à informação, como nos relacionamos e como lemos impõe a reflexão e adoção de medidas consentâneas com essa realidade. A biblioteca escolar deve, cada vez mais ser um espaço aberto, itinerante na comunidade, que crie estratégias concertadas para que o gosto pela leitura se torne central para os alunos, tanto na sua vida académica como nas suas atividades de lazer, levando-os a ler, escrever e criar produtos com valor nos vários ambientes em que vivem.

A biblioteca, espaço de encontro e de troca a diferentes níveis, deve procurar diversificar os contextos de leitura, realizar um trabalho de curadoria e provocar permanentemente a comunidade para a criação colaborativa de oportunidades de aprendizagem estimulantes para os alunos.

A resposta a estes desafios tem de ser individual e coletiva. Por isso, perante a proposta de reflexão lançada este ano pela IASL para o Mês Internacional da Biblioteca Escolar, respondemos individualmente, com a dedicação que cada um põe no seu trabalho, e em rede, com a consciência de que:

Com a Biblioteca Escolar TODOS LEEM;

Com a Biblioteca Escolar TODOS COMUNICAM;

Com a Biblioteca Escolar TODOS DESCOBREM;

Com a Biblioteca Escolar TODOS PARTILHAM;

Com a Biblioteca Escolar TODOS CRIAM;

Com a Biblioteca Escolar TODOS INTERVÊM.

Aos professores bibliotecários, docentes das equipas das bibliotecas escolares, assistentes operacionais e alunos, desejo que a celebração em torno do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares se traduza num ano inteiro de boas experiências!

Votos de bom trabalho!

Manuela Pargana Silva

Coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares

 

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Dia das Bibliotecas Escolares

Dia das Bibliotecas Escolares

DiaBES2018

O Plano Nacional de Leitura 2027 felicita as Bibliotecas Escolares portuguesas pelo seu trabalho diário de formação de leitores.

A biblioteca escolar destaca-se pela sua centralidade física e simbólica, constitui-se como um espaço físico e digital aberto, onde todos são bem-vindos, incrementando a ideia de uma cultura de leitura e escrita nas escolas.

Aprender a ler e ler para aprender são processos fundadores indissociáveis da ideia de educação. É necessário que na escola se leia de todas as maneiras, de forma autónoma e orientada, individualmente, a par e em grupo, em voz alta e silenciosamente, de forma extensiva e intensiva, sempre e em todo o lado, para aprender a manejar a informação de forma ética e crítica, estruturar o conhecimento, melhorar a aprendizagem e aumentar o sucesso educativo.

Com o objetivo de dar resposta a esta necessidade, o Plano Nacional de Leitura e as bibliotecas escolares juntam esforços para, colaborativamente, promoverem:

– a inclusão de períodos diários para a prática individual da leitura pelos alunos, com a iniciativa “10 minutos a ler”;

– a gestão e o empréstimo às turmas de caixas com conjuntos de livros iguais para serem lidos sob a orientação do professor;

– a celebração de contratos de leitura autónoma com os alunos, tendo em conta as recomendações e as sugestões do Plano Nacional de Leitura 2027;

– o empréstimo e a circulação de livros entre a escola e a casa dos alunos para a leitura em família;

– concursos, projetos, iniciativas várias que contribuem para fazer leitores.

1. É essencial que existam espaços, tempos e oportunidades nas escolas para estimular o prazer de ler. A aquisição de hábitos de leitura e do prazer de ler exige uma prática regular da leitura, o envolvimento emocional e a motivação pessoal dos leitores através de um exercício livre e voluntário. O acesso facilitado a um espaço de liberdade, de leitura independente, de iniciativas diversificadas de caráter informal concorre para estimular o prazer de ler e formar leitores para a vida. Sendo também um espaço para brincar e aprender de forma recreativa, a biblioteca escolar desenvolve, através dessa diversão em grupo, as capacidades intelectuais, linguísticas e socioafetivas dos alunos.

2. Hoje não basta saber ler. É necessário ler muito bem, independentemente do que lemos, das razões por que lemos, das linguagens, dos textos, dos meios, dos suportes e dos lugares físicos ou virtuais em que nos encontramos, e para isso é exigida uma competência muito sólida em leitura e escrita. Esta exigência de aquisição de uma nova competência leitora e de novas literacias implica repensar os ambientes e os modos de aprendizagem atuais. As bibliotecas escolares têm, neste contexto, um papel catalisador.

3. A biblioteca escolar é um espaço de leitura funcional e informativa, autónoma, onde se descobre e se sustenta o gosto pelo saber, onde é possível ler, investigar e usar de forma livre e com segurança todo o tipo de recursos, impressos e digitais, independentemente do seu formato e da forma de acesso, presencial ou online.

4. Como não só de literacia verbal se faz hoje a leitura, é também possível na biblioteca desenvolver muitas outras formas multissensoriais que se combinam cada vez mais com a palavra escrita e oral, dando lugar a uma nova multialfabetização ou transalfabetização que também a biblioteca deve acolher.

5. A escrita hoje, induzida por novos ambientes digitais e dispositivos móveis, faz-se maioritariamente em ecrãs, associando-se cada vez mais à oralidade e a outras linguagens e formas gráficas e visuais de comunicar, através do Facebook, do Youtube, do Instagram e de outras redes sociais. Por exemplo, como estratégia de motivação e pretexto para o exercício criativo da leitura e da escrita, pode recorrer-se às práticas correntes de escrita dos jovens em plataformas de Fanfic, grupos de leitura e escrita no GoodReads e Wattpad, produção de booktrailers, aplicações de storytelling, etc.

6. Hoje em dia, não só consumimos mas também produzimos informação. As bibliotecas são um espaço de produção e comunicação da imagem e da palavra, onde é possível aprender a trabalhar com tecnologias, plataformas e ferramentas digitais para a criação, a representação e a partilha da informação e do saber, independentemente da sua natureza, suporte ou formato.

7. A leitura é uma atividade social e as bibliotecas, um espaço público comunitário de encontro, empatia e inclusão, onde é possível socializarmo-nos e abrirmo-nos a outros olhares, realidades e modos de viver, ler e sentir.

8. As bibliotecas escolares são, igualmente, um espaço performativo de fruição estética e expressão cultural, onde se pode participar em atividades festivas, eventos artísticos e experiências vivas de leitura explorando a dimensão ostensiva, cénica e pragmática da leitura e dos textos.

 

 

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Galeria

Mês Internacional das Bibliotecas Escolares

 

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Por que amo a biblioteca escolar

Em 2018, a Rede de Bibliotecas Escolares lança um desafio aos alunos, a partir do tema:

MIBE2018

Com a hashtag #Eu♥BE, os alunos devem demonstrar a sua relação com a biblioteca escolar.

Como?

 – Criando uma frase, um meme, uma foto, um vídeo, ou outro original que ilustre a sua ligação à biblioteca escolar.

Como publicar?
– Partilhar no Facebook e/ou no Instagram com a hashtag #Eu♥BE.

Ter em atenção que  a hashtag #Eu♥BE só está a funcionar no Instagram, pelo que se deve  usar a hashtag #mibe_2018, tanto para novas publicações, como para republicar os posts efetuados até agora sobre este tema.

A RBE divulgará nos seus canais as propostas mais criativas que surgirem. 

Todas as informações estão disponíveis aqui.

 

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