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Dia Mundial da Criança

Neste  dia 1 de junho, celebramos aqueles que têm no olhar

“o pasmo essencial”, as crianças.

Na Biblioteca, parte  da secção 82-93 é dedicada ao público infantil; para recordar princípios essenciais de trabalhar para uma infância harmoniosa, os adultos podem consultar as classes 06 e 37.

A Declaração dos Direitos das Crianças foi proclamada pela Resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas n.º 1386 (XIV), de 20 de Novembro de 1959: 

1.Todas as crianças têm o direito à vida e à liberdade.

2.Todas as crianças devem ser protegidas da violência doméstica.

3.Todas as crianças são iguais e têm os mesmos direitos, não importa a sua cor, sexo, religião, origem social ou nacionalidade.

4.Todas as crianças devem ser protegidas pela família e pela sociedade.

5.Todas as crianças têm direito a um nome e nacionalidade.

6.Todas as crianças têm direito a alimentação e ao atendimento médico.

7.As crianças portadoras de dificuldades especiais, físicas ou mentais, têm o direito a educação e cuidados especiais.

8.Todas as crianças têm direito ao amor e à compreensão dos pais e da sociedade.

9.Todas as crianças têm direito à educação.

10.Todas as crianças têm direito de não serem violentadas verbalmente ou serem agredidas pela sociedade.

 

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Biodiversidade

 

A biodiversidade é o tecido vivo do nosso planeta, a sua diminuição coloca em risco a contribuição vital da natureza para a humanidade, afetando economias, meios de subsistência, a segurança alimentar, a saúde, a diversidade cultural, a qualidade de vida e constitui uma forte ameaça para a paz e para a segurança mundiais.

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Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO por ocasião do

Dia Internacional da Diversidade Biológica

No dia 6 de maio a Plataforma Intergovernamental de Política e Ciência sobre a Biodiversidade e os Serviços de Ecossistemas, o “Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC) da biodiversidade”, anunciou, na sede da UNESCO, o primeiro relatório intergovernamental de avaliação mundial sobre a biodiversidade.

Este relatório histórico recorda-nos a necessidade urgente de agirmos juntos em prol de uma biodiversidade, para as gerações futuras. 

A biodiversidade é o tecido vivo do nosso planeta, a sua diminuição coloca em risco a contribuição vital da natureza para a humanidade, afetando economias, meios de subsistência, a segurança alimentar, a saúde, a diversidade cultural, a qualidade de vida e constitui uma forte ameaça para a paz e para a segurança mundiais.

As atividades humanas são, em grande parte, responsáveis por esta erosão. É, por isso, essencial mudarmos a nossa visão e o nosso comportamento em relação à biodiversidade.

Atualmente, dispomos do conhecimento científico necessário para esta transformação. Podemos igualmente recorrer ao conhecimento e às práticas indígenas e locais, que são valiosas fontes de soluções.

A celebração deste dia internacional em 2019 tem por objetivo sublinhar a contribuição essencial da biodiversidade do nosso planeta para a saúde do ser humano e, em particular, para a sua alimentação. A UNESCO comemora este dia, promovendo as práticas e os conhecimentos das redes de sítios comprometidos com o desenvolvimento sustentável, nomeadamente a Rede Mundial de Reservas da Biosfera, os sítios do Património Mundial e a Rede de Geoparques Mundiais. Ao prestar homenagem aos conhecimentos e às técnicas que respeitam a biodiversidade, visamos promover interações positivas entre as culturas e a natureza, os seres humanos e outras espécies no mundo vivo.

Audrey Azoulay
 
 

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Semana da Educação Artística

SemanaArtística19

Decorre entre 20 e 26 de  maio a Semana da Educação Artística da UNESCO.  

Em colaboração com as Redes UNESCO, a  Comissão Nacional da UNESCO organiza diversas conferências em diferentes locais do país.

Em 1999, no decorrer da 30ª sessão da Conferência Geral da UNESCO, a UNESCO apelou para a promoção da Educação Artística nas escolas e assim vinculou a primeira posição oficial na promoção do papel interdisciplinar das artes como elemento fundamental na educação, especialmente no fortalecimento da promoção da diversidade cultural. Desde então, a 4ª semana de maio foi a altura escolhida para esta celebração.

A UNESCO reconhece deste modo a importância da criatividade e das artes, para o desenvolvimento sustentável das sociedades multiculturais e dos indivíduos e destaca a importância da educação artística de qualidade para todos e o reforço da cooperação entre as instituições e a sociedade civil.

As Bibliotecas Escolares contribuem para o conhecimento da arte e para a educação artística com o fundo documental pertencente à categoria 7 da CDU – Artes (por exemplo pintura, escultura, arquitetura, música).

 

 
 

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Dia Internacional do viver juntos em Paz

Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO por ocasião do

Dia Internacional do viver juntos em Paz

viver_juntos_em_paz (1)Num mundo em que somos regularmente testemunhas de tensões, atos de ódio, rejeição dos outros e discriminação, a busca da paz e a vontade de viver juntos em harmonia é mais crucial do que nunca. A UNESCO e as Nações Unidas, no seu conjunto, esforçam-se diariamente para proporcionar às pessoas os meios para alcançarem a paz, não só porque a paz é um dos principais objetivos da Agenda 2030, mas também porque é uma condição prévia ao desenvolvimento sustentável e ao bem comum.

No entanto, a intensidade dos desafios que enfrentamos e a rapidez das mudanças que estão a perturbar o mundo, ameaçam a paz para qual estamos a trabalhar– as alterações climáticas, a mobilidade das pessoas, o aumento das desigualdades económicas, as transformações sociais e as revoluções tecnológicas. Estes desafios só terão uma resposta adequada através de um compromisso coletivo, e é por este motivo que, desde 2017, a 16 de maio, celebramos o Dia Internacional do Viver Juntos em Paz.

Neste dia, prestamos homenagem aos esforços desenvolvidos pela comunidade internacional para construir a paz e apelamos a todos os atores da sociedade para que trabalhem nesse sentido.

A compreensão mútua entre os povos de diferentes culturas é um elemento-chave para vivermos juntos em paz.

A UNESCO, fiel ao seu mandato de erguer os baluartes da paz na mente dos homens e das mulheres, está empenhada em promover as culturas e a diversidade cultural, com vista a fomentar o intercâmbio e a compreensão entre os povos, na medida em que cada cultura contribui para a construção da humanidade no seu todo.

Promover o diálogo intercultural para reforçar os valores, as instituições e as competências que promovem a paz é o objetivo da Década Internacional das Nações Unidas para a Aproximação das Culturas, liderada pela UNESCO. Esta Organização e o sistema das Nações Unidas, no seu conjunto, envidam esforços para reforçar a compreensão, as capacidades e a sensibilização neste domínio.

As competências, uma atitude recetiva e o conhecimento necessários para interagir de forma pacífica com pessoas de origens culturais diferentes estão, rapidamente, a tornar-se na competência-chave fundamental para todos.

Através da sua Coligação Internacional de Cidades Inclusivas e Sustentáveis (ICCAR), a UNESCO defende a solidariedade global e a colaboração para o desenvolvimento urbano inclusivo, livre de todas as formas de discriminação. É através da partilha de boas práticas, conhecimentos e experiências que as cidades da ICCAR aprendem com as iniciativas umas das outras e, subsequentemente, desenvolvem as suas próprias políticas e programas adaptados aos seus contextos locais, nas áreas da educação, habitação, emprego e cultura.

Este Dia Internacional oferece uma oportunidade para refletir em conjunto sobre formas e ações específicas para melhorar a convivência e promover um ambiente inclusivo, pacífico e sustentável a todos os níveis, para que a humanidade possa viver em paz. Como afirmou Martin Luther King: “Se queremos ter paz na terra, (…) os nossos compromissos devem transcender a nossa raça, a nossa tribo, a nossa classe e a nossa nação; e isso significa que devemos desenvolver uma perspetiva mundial “. Esteja certo de que a UNESCO está totalmente comprometida com esta missão.

Audrey Azoulay

 
 

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Dia Internacional da Luz – 2019

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“Não me façais morrer antes do meu tempo,

pois é doce olhar para a luz”.

Na obra Ifigénia em Áulide de Eurípides, Ifigénia implora ao seu pai, Agamémnon, que não obedeça à ordem da deusa Ártemis e não a sacrifique. De todas as razões que a impelem a permanecer viva, a mais importante para Ifigénia é a doce contemplação da luz. (1)

A luz simboliza aqui a vida, mais do que qualquer outra determinação. A luz é o princípio de tudo e, através dela, podemos ver o mundo. Por ser essencial, a relação com a luz está no coração de todas as civilizações.(2)

A importância da luz marca a arquitetura dos sítios do património mundial, por exemplo, as rosáceas de Notre-Dame de Paris ou a estrutura da cidade de Machu Picchu, desenhada de acordo com a trajetória do sol.

A luz e o seu tratamento são elementos essenciais das artes visuais e do espetáculo, da literatura e do pensamento humano. Além do simbolismo significativo da luz nas obras de arte, na filosofia ou nas outras ciências humanas, a conceção da luz, que nelas se manifesta, evoluiu à medida que a nossa compreensão científica progrediu.

A luz é um fenómeno natural que a ciência aprendeu a compreender e a utilizar, e desempenha um papel essencial em todas as ciências e respetivas aplicações. Da origem do Universo às novas tecnologias, dos raios-X às ondas de rádio, em áreas tão diversas como a medicina, a agricultura, a energia, a ótica e muitas outras, a luz continua a moldar o nosso mundo. Ao compreendermos a luz, somos capazes de atingir os maiores avanços científicos e tecnológicos.(3)

Todos os seus benefícios naturais e as suas aplicações científicas e tecnológicas fazem da luz uma parte essencial da vida quotidiana das nossas sociedades e um desafio importante no âmbito dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 das Nações Unidas.

Assumem particular importância as questões relacionadas com o acesso à luz elétrica como uma forma de melhorar o nível de vida nos países em desenvolvimento, e os assuntos relacionados com a fibra ótica utilizada para conectar os cidadãos do mundo através da Internet. As redes de comunicação que daí resultam podem fomentar um maior intercâmbio cultural, mais justiça, responsabilidade e paz.

Este dia internacional chama a atenção para a importância da luz em todas as áreas da vida humana. Depois de ter sido assinalado, pela primeira vez, no ano passado em 87 países no mundo inteiro, a celebração desta segunda edição confirma o compromisso da UNESCO para com a comunidade científica internacional sobre este tema tão importante que é a luz.

Audrey Azoulay

Na Biblioteca da Sá da Bandeira podemos encontrar as referências literárias nas diferentes categorias da CDU:

1- Literatura – classe 8

2- Religião, Filosofia, História – classes 1,2 e 9,respetivamente.

3- Novas tecnologias, Física, Agricultura, Engenharias, Medicina – Classes 0, 5 e 6, respetivamente.

 

 
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Publicado por em 16 de Maio de 2019 em Bibliotecando, Ciência, UNESCO

 

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150 anos de Tabela Periódica na Biblioteca

 

Num apontamento datado de 17 de fevereiro de 1869, destinado aos seus alunos da Universidade de São Petersburgo, Dmitry Mendeleev organiza, em forma de tabela,  os elementos químicos então conhecidos. Nesse escrito, prevê a existência de outros elementos ainda desconhecidos.

Ao proclamar 2019 o “Ano Internacional da Tabela Periódica dos Elementos Químicos” (IYPT2019), a UNESCO considera a Tabela Periódica dos Elementos Químicos “uma das realizações mais significativas da ciência, captando a essência não só da química, mas também da física e da biologia.

É uma ferramenta única que permite ao cientista prever a aparência e as propriedades da matéria na Terra e no resto do Universo.”

Na Biblioteca da Sá da Bandeira, exibe-se a exposição do grupo 510, comemorativa dos 150 anos da Tabela Periódica, onde se destacam exemplares centenários, pelos quais gerações de alunos aprenderam os elementos químicos:

 
 

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Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor

 

Livros-Selçuk Demirel

Livros Selçuk Demirel

UNESCO

Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO por ocasião do

Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor

23 de abril de 2019

Os livros permitem-nos olhar para o nosso mundo interior e, ao mesmo tempo, abrem o caminho para o respeito mútuo e a compreensão entre os povos, superando todas as fronteiras e diferenças.

Nestes tempos de instabilidade, os livros encarnam o engenho humano, dando corpo à riqueza da experiência humana, verbalizando a busca de sentido e de expressão que todos partilhamos, o que faz avançar todas as sociedades.

Os livros contribuem para unir a humanidade numa única família, com um passado, uma história e um património em comum, para construir um futuro partilhado em que todas as vozes serão ouvidas no grande coro das aspirações humanas. Os livros são os nossos aliados na difusão da educação, da ciência, da cultura e da informação em todo o mundo.

Os livros são também uma forma de expressão cultural que faz parte de uma determinada língua e vive através dela. Cada publicação é criada numa língua específica e destina-se a um grupo de leitores que fala essa língua. Assim, cada livro é escrito, produzido, trocado, utilizado e apreciado num determinado ambiente linguístico e cultural. Este ano destacamos a importância desta dimensão, uma vez que 2019 foi proclamado Ano Internacional das Línguas Indígenas, e será liderado pela UNESCO, para reafirmar o compromisso da comunidade internacional em apoiar os povos indígenas a preservarem as suas culturas, os seus conhecimentos e os seus direitos.

Este dia oferece uma oportunidade para refletirmos juntos sobre a melhor forma de difundirmos a cultura da escrita e fazermos com que todos os indivíduos, homens, mulheres e crianças tenham acesso à mesma.

É este espírito de inclusão e de diálogo que anima a cidade de Sharjah (Emirados Árabes Unidos), a qual se tornará Capital Mundial do Livro 2019, no Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor 2019. Sharjah foi selecionada em reconhecimento do seu programa “Leia – Está em Sharjah”, cujo propósito é alcançar as populações marginalizadas e propor-lhes ofertas criativas com vista a envolver as populações migrantes e atuar como uma “força motriz” de inclusão social, criatividade e respeito.

Com Sharjah, os nossos parceiros, nomeadamente a Associação Internacional de Editores, a Federação Internacional de Livreiros, a Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias e toda a comunidade internacional, vamos unir-nos para celebrar o livro como manifestação da criatividade, do desejo de partilhar as ideias e o conhecimento e de promover a compreensão, o diálogo e a tolerância. Esta é a mensagem da UNESCO neste Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor.

Audrey Azoulay

 
 

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