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Dia da Terra

      A Terra , a nossa casa comum

É muito nobre assumir o dever de cuidar da criação com pequenas acções diárias, e é maravilhoso que a educação seja capaz de motivar para elas até dar forma a um estilo de vida. A educação na responsabilidade ambiental pode incentivar vários comportamentos que têm incidência directa e importante no cuidado do meio ambiente, tais como evitar o uso de plástico e papel, reduzir o consumo de água, diferenciar o lixo, cozinhar apenas aquilo que razoavelmente se poderá comer, tratar com desvelo os outros seres vivos, servir-se dos transportes públicos ou partilhar o mesmo veículo com várias pessoas, plantar árvores, apagar as luzes desnecessárias… Tudo isto faz parte duma criatividade generosa e dignificante, que põe a descoberto o melhor do ser humano. Voltar – com base em motivações profundas – a utilizar algo em vez de o desperdiçar rapidamente pode ser um acto de amor que exprime a nossa dignidade.      

Papa Francisco,Carta Encíclica Laudato Si

Isto sabemos:

a TERRA não pertence ao Homem;

é o Homem que pertence à TERRA.

O homem não teceu a trama da vida; ele é apenas um fio. O que faz com essa trama fá-lo a si   próprio.  

Chefe Seatle, 1854

 

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Sítios e memórias

Dia de monumentos, sítios que evocam tempos e trazem memórias.

Santarém  tem monumentos, tem sítios, tem memórias em todos os recantos.  Da vinda de Ulisses e da lenda de Ábidis dizem as águas do Tejo que nelas se viaja desde a bruma dos tempos. Testemunham  as colinas  que a cidade  caminha do bairro até aos miradouros para ver a lezíria.

Romanceia a literatura que por aqui se viveu a História tão intensamente como os amores de Pedro e Inês,  tanta hombridade como a de Pêro da Covilhã,  toda a lucidez de Gil Vicente perante os frades de S. Francisco, a emoção de Padre António Vieira nas exéquias do Conde de Unhão, a viagem folhetinesca de Camilo Castelo-Branco, o romantismo político de Garrett, a solidão literária de Alexandre Herculano, o jornalismo realista de Guilherme de Azevedo, o mau humor cronista de Fialho de Almeida, a inspiração de contemporânea de Isabel Stilwell, Isabel Machado e Maria João Lopo de Carvalho.

Na Sá da Bandeira, os livros ilustram o percurso histórico da cidade e a Biblioteca leva quem gosta dos meandros da Literatura a conhecer os sítios que os romances evocam.

Uma viagem pela Literatura do sítios

com os monumentos de Santarém como cenário!

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Abril português em La Lys

     Em Fevereiro de 1916, um decreto do governo português autorizava a requisição dos navios mercantes alemães fundeados no Tejo. Foi a “gota de água” que levou Guilherme II, a instruir Von Rosen a apresentar a nota de Declaração de Guerra ao Governo Português, em 9 de Março de 1916, formalizando um conflito que já há algum tempo Portugueses e Alemães vinham travando no sul de Angola e norte de Moçambique.
Iniciava-se assim, a participação formal de Portugal na 1ª Guerra Mundial que muito em breve arrastaria o Corpo Expedicionário Português para as trincheiras da Flandres.

Fonte: http://historiaaberta.com.sapo.pt/

Chegado a França no início de 1917, o Corpo Expedicionário Português (CEP), instruído em pouco tempo (e, por isso, o ‘milagre de Tancos’) , mais uma vez honraria a oitava 147 de Camões, no canto X de “Os Lusíadas”:    

Olhai que ledos vão, por várias vias,
Quais rompentes liões e bravos touros,
Dando os corpos a fomes e vigias,
A ferro, a fogo, a setas e pelouros,
A quentes regiões, a plagas frias,
A golpes de Idolátras e de Mouros,
A perigos incógnitos do mundo,
A naufrágios, a pexes, ao profundo.

Porém, a 9 de Abril de 1918, os portugueses conhecem em La Lys um novo Alcácer-Quibir…

Na Biblioteca, homenageiam-se os combatentes, os que tombaram e os que viveram para contar – mostramos os nossos reservados, imprensa e literatura (romance) sobre o assunto. Uma consulta a fazer na classe 9 da CDU – História (e também Biografias), mais propriamente na secção 94 (100); requisições disponíveis na 8 – Literatura, secção 821 – os romances, e também uma visita ao nosso ‘tesourinho’ João Ninguém: Soldado da Grande Guerra: Impressões do CEP 1917-1918.

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Dia Mundial da Saúde

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Celebrado desde 1950, este ano o Dia Mundial da Saúde alerta para a diabetes, doença que está a crescer rapidamente. Fatores como estilos de vida saudável, alimentação regrada, hábitos não sedentários podem ser decisivos para travar a doença que se prevê venha ser a 7ª causa de morte a nível mundial.

Na Biblioteca, pode consultar a classe 6, Ciências Aplicadas, mais propriamente a secção 61 – Medicina, para saber mais sobre saúde e nutrição.

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Publicado por em 7 de Abril de 2016 em Cidadania, Saúde, UNESCO

 

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Atividade física e saúde

ABRIL, 6

A ONU – Organização das Nações Unidas,a UNESCO – Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura a OMS – Organização Mundial da Saúde,  concordaram  que esta seria a data  ideal para demonstrar a atividade física como fator de convergência das pessoas,  dos valores e da saúde.É assim que, no dia em que sempre se lembram os Jogos da I Olimpíada,se celebra o

 Dia Mundial da Atividade Física.

 

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Exemplo de uma campanha de incentivo à atividade física, feita pelo governo brasileiro, em 2009, da autoria da publicitária Amanda Piquet.

 
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Publicado por em 6 de Abril de 2016 em Cidadania, Desporto, UNESCO

 

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Paz – Desporto – Desenvolvimento

A 6 de abril de 1896 foram oficialmente inaugurados

os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna.

Em 2013,  a ONU instituiu este dia  para celebrar o desporto

enquanto oportunidade de construção e prática de valores,

que conduzam ao diálogo e ao desenvolvimento.

O desporto une, inclui, equaliza, desenvolve, com lisura e honestidade –

este é o espírito olímpico e desportivo.

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Mensagem da Diretora geral da UNESCO

Que papel pode hoje ter o desporto hoje na construção da paz e de sociedades inclusivas? Este dia internacional oferece uma oportunidade para defender os valores essenciais de partilha, respeito mútuo e autoaperfeiçoamento que encarnam o espírito do desporto.

O desporto traz-nos valores positivos e torna possível promover uma cultura de diálogo através das fronteiras – a história do desporto demonstrou o seu poder para quebrar preconceitos, para pavimentar o caminho e promover movimentos, esforçando-se para alcançar os direitos e a dignidade dos indivíduos, dando-lhes uma audiência global.

O desporto é um poderoso veículo para a inclusão social, a igualdade de género e a capacitação de jovens, com benefícios que são sentidos muito além dos estádios. Com efeito, os valores adquiridos no e através do desporto – como o desportivismo e o espírito de equipa – são de valor inestimáveis para toda a sociedade.

Portanto, é vital, proteger o desporto como um espaço de educação e respeito, para salvaguardá-lo da fraude e dopagem que minam a ética desportiva e a saúde dos atletas. Apraz-me que os Estados-membros da UNESCO adotaram a nova Carta Internacional de Educação Física e Desporto, em novembro de 2015. A Carta revista estabelece os princípios éticos e padrões de qualidade para garantir a participação de todos no desporto, marca um importante passo rumo a um mais justo, mais inclusivo e mais tolerante ambiente desportivo. Também precisa de garantir apoio para todos aqueles homens e mulheres no mundo que mostram o seu compromisso de cada dia, como voluntários e profissionais, para fomentar o espírito do desporto como uma infinita fonte de renovação e vitalidade para as sociedades.

 

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E se fosse eu?

Fazer a mochila e partir. Cercado de angústia e guerra, ser racional. Saber escolher. Trazer apenas o essencial. Depois, caminhar, caminhar. Tentar chegar a lugar seguro. Sentir a hostilidade de quem nos sente como ameaça. Sentir o conforto de quem nos acolhe como irmãos.

Porque há uma guerra que nos atinge a todos;

porque há uma PAZ que nos espera a todos!

E se fôssemos nós ter de fazer a mochila e fugir precipitadamente?

Refugiados

 
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Publicado por em 6 de Abril de 2016 em Cidadania, Memória, UNESCO

 

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