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Arquivo de etiquetas: Biblioteca da ESSB

Regresso

Nas margens do outono, voltamos às portas da Escola.

Regressamos ao mundo do espanto, ao tempo de perguntar e à infinitude de respostas que nos mapeiam as estradas por onde podemos atingir objetivos, alcançar metas. Procuramos saciar a expectativa, superar o sobressalto de estar a caminho, transformar informação em  conhecimento.

É com esta  sede que fortalecemos os nossos passos. Como José Tolentino Mendonça escreve magistralmente em “A oração da sede”:

AOraçãodaSede-JoséTolentinoMendonça

Bem-vindos ao caminho, bem-vindos ao espanto de saber!

 

ÁrvoresESSb (1)

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Publicado por em 2 de Setembro de 2019 em Bibliotecando

 

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Era uma vez um Marquês…

Propuseram o início –  “Foi assim que tudo começou…” – e as ideias floresceram.

O olhar despertou a imaginação, as mãos transformaram papéis, pedras, barro, nasceram imagens, modelos, histórias.

Era uma vez um Marquês narra o afeto entre gerações, assumindo a curiosidade de uma menina como pretexto para recontar a vida do Marquês de Sá da Bandeira, contada pela Avó. 

Na Biblioteca da Sá da Bandeira, as páginas desta história acolhem quem entra, mostradas à entrada.

Uma assinatura consta nas imagens, a  autora do  texto e das ilustrações  – Teresa Teigas.

História-Marquês0SádaBandeira-UmOlhar (1)SádaBandeira-UmOlhar (2)SádaBandeira-UmOlhar (3)SádaBandeira-UmOlhar (4)SádaBandeira-UmOlhar (5)SádaBandeira-UmOlhar (6)

 
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Publicado por em 8 de Junho de 2019 em Bibliotecando, Escrita, Leitura

 

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Biodiversidade

 

A biodiversidade é o tecido vivo do nosso planeta, a sua diminuição coloca em risco a contribuição vital da natureza para a humanidade, afetando economias, meios de subsistência, a segurança alimentar, a saúde, a diversidade cultural, a qualidade de vida e constitui uma forte ameaça para a paz e para a segurança mundiais.

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Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO por ocasião do

Dia Internacional da Diversidade Biológica

No dia 6 de maio a Plataforma Intergovernamental de Política e Ciência sobre a Biodiversidade e os Serviços de Ecossistemas, o “Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC) da biodiversidade”, anunciou, na sede da UNESCO, o primeiro relatório intergovernamental de avaliação mundial sobre a biodiversidade.

Este relatório histórico recorda-nos a necessidade urgente de agirmos juntos em prol de uma biodiversidade, para as gerações futuras. 

A biodiversidade é o tecido vivo do nosso planeta, a sua diminuição coloca em risco a contribuição vital da natureza para a humanidade, afetando economias, meios de subsistência, a segurança alimentar, a saúde, a diversidade cultural, a qualidade de vida e constitui uma forte ameaça para a paz e para a segurança mundiais.

As atividades humanas são, em grande parte, responsáveis por esta erosão. É, por isso, essencial mudarmos a nossa visão e o nosso comportamento em relação à biodiversidade.

Atualmente, dispomos do conhecimento científico necessário para esta transformação. Podemos igualmente recorrer ao conhecimento e às práticas indígenas e locais, que são valiosas fontes de soluções.

A celebração deste dia internacional em 2019 tem por objetivo sublinhar a contribuição essencial da biodiversidade do nosso planeta para a saúde do ser humano e, em particular, para a sua alimentação. A UNESCO comemora este dia, promovendo as práticas e os conhecimentos das redes de sítios comprometidos com o desenvolvimento sustentável, nomeadamente a Rede Mundial de Reservas da Biosfera, os sítios do Património Mundial e a Rede de Geoparques Mundiais. Ao prestar homenagem aos conhecimentos e às técnicas que respeitam a biodiversidade, visamos promover interações positivas entre as culturas e a natureza, os seres humanos e outras espécies no mundo vivo.

Audrey Azoulay
 
 

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Dia Internacional do viver juntos em Paz

Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO por ocasião do

Dia Internacional do viver juntos em Paz

viver_juntos_em_paz (1)Num mundo em que somos regularmente testemunhas de tensões, atos de ódio, rejeição dos outros e discriminação, a busca da paz e a vontade de viver juntos em harmonia é mais crucial do que nunca. A UNESCO e as Nações Unidas, no seu conjunto, esforçam-se diariamente para proporcionar às pessoas os meios para alcançarem a paz, não só porque a paz é um dos principais objetivos da Agenda 2030, mas também porque é uma condição prévia ao desenvolvimento sustentável e ao bem comum.

No entanto, a intensidade dos desafios que enfrentamos e a rapidez das mudanças que estão a perturbar o mundo, ameaçam a paz para qual estamos a trabalhar– as alterações climáticas, a mobilidade das pessoas, o aumento das desigualdades económicas, as transformações sociais e as revoluções tecnológicas. Estes desafios só terão uma resposta adequada através de um compromisso coletivo, e é por este motivo que, desde 2017, a 16 de maio, celebramos o Dia Internacional do Viver Juntos em Paz.

Neste dia, prestamos homenagem aos esforços desenvolvidos pela comunidade internacional para construir a paz e apelamos a todos os atores da sociedade para que trabalhem nesse sentido.

A compreensão mútua entre os povos de diferentes culturas é um elemento-chave para vivermos juntos em paz.

A UNESCO, fiel ao seu mandato de erguer os baluartes da paz na mente dos homens e das mulheres, está empenhada em promover as culturas e a diversidade cultural, com vista a fomentar o intercâmbio e a compreensão entre os povos, na medida em que cada cultura contribui para a construção da humanidade no seu todo.

Promover o diálogo intercultural para reforçar os valores, as instituições e as competências que promovem a paz é o objetivo da Década Internacional das Nações Unidas para a Aproximação das Culturas, liderada pela UNESCO. Esta Organização e o sistema das Nações Unidas, no seu conjunto, envidam esforços para reforçar a compreensão, as capacidades e a sensibilização neste domínio.

As competências, uma atitude recetiva e o conhecimento necessários para interagir de forma pacífica com pessoas de origens culturais diferentes estão, rapidamente, a tornar-se na competência-chave fundamental para todos.

Através da sua Coligação Internacional de Cidades Inclusivas e Sustentáveis (ICCAR), a UNESCO defende a solidariedade global e a colaboração para o desenvolvimento urbano inclusivo, livre de todas as formas de discriminação. É através da partilha de boas práticas, conhecimentos e experiências que as cidades da ICCAR aprendem com as iniciativas umas das outras e, subsequentemente, desenvolvem as suas próprias políticas e programas adaptados aos seus contextos locais, nas áreas da educação, habitação, emprego e cultura.

Este Dia Internacional oferece uma oportunidade para refletir em conjunto sobre formas e ações específicas para melhorar a convivência e promover um ambiente inclusivo, pacífico e sustentável a todos os níveis, para que a humanidade possa viver em paz. Como afirmou Martin Luther King: “Se queremos ter paz na terra, (…) os nossos compromissos devem transcender a nossa raça, a nossa tribo, a nossa classe e a nossa nação; e isso significa que devemos desenvolver uma perspetiva mundial “. Esteja certo de que a UNESCO está totalmente comprometida com esta missão.

Audrey Azoulay

 
 

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A Língua Portuguesa

5 de maio

Dia da Língua Portuguesa e da Cultura

Floreça, fale, cante, ouça-se e viva

A portuguesa língua, e já, onde for,

Senhora vá de si, soberba e altiva.

António Ferreira (1528-1569)

     Gosto de dizer. Direi melhor: gosto de palavrar. As palavras são para mim corpos tocáveis, sereias visíveis, sensualidades incorporadas. Talvez porque a sensualidade real não tem para mim interesse de nenhuma espécie – nem sequer mental ou de sonho -, transmudou-se-me o desejo para aquilo que em mim cria ritmos verbais, ou os escuta de outros. Estremeço se dizem bem. Tal página de Fialho, tal página de Chateaubriand, fazem formigar toda a minha vida em todas as veias, fazem-me raivar tremulamente quieto de um prazer inatingível que estou tendo. Tal página, até, de Vieira, na sua fria perfeição de engenharia sintáctica, me faz tremer como um ramo ao vento, num delírio passivo de coisa movida. (…)

     Não choro por nada que a vida traga ou leve. Há porém páginas de prosa que me têm feito chorar. Lembro-me, como do que estou vendo, da noite em que, ainda criança, li pela primeira vez numa selecta o passo célebre de Vieira sobre o Rei Salomão. “Fabricou Salomão um palácio…” E fui lendo, até ao fim, trémulo, confuso; depois rompi em lágrimas, felizes, como nenhuma felicidade real me fará chorar, como nenhuma tristeza da vida me fará imitar. Aquele movimento hierático da nossa clara língua majestosa, aquele exprimir das ideias nas palavras inevitáveis, correr de água porque há declive, aquele assombro vocálico em que os sons são cores ideais – tudo isso me toldou de instinto como uma grande emoção política. E, disse, chorei; hoje, relembrando, ainda choro. Não é – não – a saudade da infância de que não tenho saudades: é a saudade da emoção daquele momento, a mágoa de não poder já ler pela primeira vez aquela grande certeza sinfónica.

     Não tenho sentimento nenhum político ou social. Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriótico.

Minha pátria é a língua portuguesa.

     Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal, desde que não me incomodassem pessoalmente. Mas odeio, com ódio verdadeiro, com o único ódio que sinto, não quem escreve mal português, não quem não sabe sintaxe, não quem escreve em ortografia simplificada, mas a página mal escrita, como pessoa própria, a sintaxe errada, como gente em que se bata, a ortografia sem ípsilon, como o escarro directo que me enoja independentemente de quem o cuspisse.

     Sim, porque a ortografia também é gente. A palavra é completa vista e ouvida. E a gala da transliteração greco-romana veste-ma do seu veto manto régio, pelo qual é senhora e rainha.

Bernardo Soares, Livro do Desassossego

 

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‘Isto é Matemática’ na Sá da Bandeira

 

De quantas maneiras se pode dobrar um mapa? Para que serve um dodecaedro romano? Que fenómeno faz levitar a corrente do ralo da banheira, quando cai?

Estes foram apenas alguns dos Maiores segredos do mundo que o Professor Rogério Martins, o autor e apresentador do programa “Isto é Matemática”, mostrou aos alunos da Sá da Bandeira e da D. João II.

Doutorado em Matemática na área de Sistemas Dinâmicos e Equações Diferenciais, Rogério Martins é professor e investigador na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova.

No Agrupamento Sá da Bandeira, o Professor mostrou, com humor, que a Matemática é omnipresente no quotidiano. Foram sessões onde houve segredos com alegria, factos matemáticos bem-dispostos, resultado da colaboração entre a Biblioteca da Sá da Bandeira e o grupo de Matemática.

 

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Carta ao Cavaleiro de Nada

Carta ao Cavaleiro de Nada

João Marecos na Escola Secundária de Sá da Bandeira.

Atividade do Grupo de Português, duas sessões, às 10:30 e 11:30,

na Biblioteca e na Sala Polivalente.

JoãoMarecos-Abril2019JoãoMarecos-Abril2019-1

 

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