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Arquivo de etiquetas: Biblioteca da ESSB

A leitura é poliédrica

Um projeto de leitura tem  sempre uma ideia subjacente. A nossa conceção é esta:

A leitura é o meio mais democrático e subversivo

de apropriação do mundo.

 

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Bibliotecas – mundos à espera de leitores

Bem-VindosBE1

 
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Publicado por em 14 de Outubro de 2019 em Bibliotecando, Leitura

 

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República e republicanos na Biblioteca

Datas históricas costumam habitar a classe 9 da Classificação Decimal Universal. O 5 de Outubro de 1910 encontra-se na História de Portugal – 94 (469).

Os romances de época localizam-se na estante da Literatura Portuguesa  – 821.134.3. 

O acervo mais interessante? As obras de Teófilo Braga (primeiras edições, anteriores à Implantação da República) e o espólio de António Ginestal Machado, reitor do Liceu, deputado (1919) e ministro da Instrução (1921).

 

 

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Regresso

Nas margens do outono, voltamos às portas da Escola.

Regressamos ao mundo do espanto, ao tempo de perguntar e à infinitude de respostas que nos mapeiam as estradas por onde podemos atingir objetivos, alcançar metas. Procuramos saciar a expectativa, superar o sobressalto de estar a caminho, transformar informação em  conhecimento.

É com esta  sede que fortalecemos os nossos passos. Como José Tolentino Mendonça escreve magistralmente em “A oração da sede”:

AOraçãodaSede-JoséTolentinoMendonça

Bem-vindos ao caminho, bem-vindos ao espanto de saber!

 

ÁrvoresESSb (1)

 
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Publicado por em 2 de Setembro de 2019 em Bibliotecando

 

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Era uma vez um Marquês…

Propuseram o início –  “Foi assim que tudo começou…” – e as ideias floresceram.

O olhar despertou a imaginação, as mãos transformaram papéis, pedras, barro, nasceram imagens, modelos, histórias.

Era uma vez um Marquês narra o afeto entre gerações, assumindo a curiosidade de uma menina como pretexto para recontar a vida do Marquês de Sá da Bandeira, contada pela Avó. 

Na Biblioteca da Sá da Bandeira, as páginas desta história acolhem quem entra, mostradas à entrada.

Uma assinatura consta nas imagens, a  autora do  texto e das ilustrações  – Teresa Teigas.

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Publicado por em 8 de Junho de 2019 em Bibliotecando, Escrita, Leitura

 

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Biodiversidade

 

A biodiversidade é o tecido vivo do nosso planeta, a sua diminuição coloca em risco a contribuição vital da natureza para a humanidade, afetando economias, meios de subsistência, a segurança alimentar, a saúde, a diversidade cultural, a qualidade de vida e constitui uma forte ameaça para a paz e para a segurança mundiais.

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Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO por ocasião do

Dia Internacional da Diversidade Biológica

No dia 6 de maio a Plataforma Intergovernamental de Política e Ciência sobre a Biodiversidade e os Serviços de Ecossistemas, o “Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC) da biodiversidade”, anunciou, na sede da UNESCO, o primeiro relatório intergovernamental de avaliação mundial sobre a biodiversidade.

Este relatório histórico recorda-nos a necessidade urgente de agirmos juntos em prol de uma biodiversidade, para as gerações futuras. 

A biodiversidade é o tecido vivo do nosso planeta, a sua diminuição coloca em risco a contribuição vital da natureza para a humanidade, afetando economias, meios de subsistência, a segurança alimentar, a saúde, a diversidade cultural, a qualidade de vida e constitui uma forte ameaça para a paz e para a segurança mundiais.

As atividades humanas são, em grande parte, responsáveis por esta erosão. É, por isso, essencial mudarmos a nossa visão e o nosso comportamento em relação à biodiversidade.

Atualmente, dispomos do conhecimento científico necessário para esta transformação. Podemos igualmente recorrer ao conhecimento e às práticas indígenas e locais, que são valiosas fontes de soluções.

A celebração deste dia internacional em 2019 tem por objetivo sublinhar a contribuição essencial da biodiversidade do nosso planeta para a saúde do ser humano e, em particular, para a sua alimentação. A UNESCO comemora este dia, promovendo as práticas e os conhecimentos das redes de sítios comprometidos com o desenvolvimento sustentável, nomeadamente a Rede Mundial de Reservas da Biosfera, os sítios do Património Mundial e a Rede de Geoparques Mundiais. Ao prestar homenagem aos conhecimentos e às técnicas que respeitam a biodiversidade, visamos promover interações positivas entre as culturas e a natureza, os seres humanos e outras espécies no mundo vivo.

Audrey Azoulay
 
 

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Dia Internacional do viver juntos em Paz

Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO por ocasião do

Dia Internacional do viver juntos em Paz

viver_juntos_em_paz (1)Num mundo em que somos regularmente testemunhas de tensões, atos de ódio, rejeição dos outros e discriminação, a busca da paz e a vontade de viver juntos em harmonia é mais crucial do que nunca. A UNESCO e as Nações Unidas, no seu conjunto, esforçam-se diariamente para proporcionar às pessoas os meios para alcançarem a paz, não só porque a paz é um dos principais objetivos da Agenda 2030, mas também porque é uma condição prévia ao desenvolvimento sustentável e ao bem comum.

No entanto, a intensidade dos desafios que enfrentamos e a rapidez das mudanças que estão a perturbar o mundo, ameaçam a paz para qual estamos a trabalhar– as alterações climáticas, a mobilidade das pessoas, o aumento das desigualdades económicas, as transformações sociais e as revoluções tecnológicas. Estes desafios só terão uma resposta adequada através de um compromisso coletivo, e é por este motivo que, desde 2017, a 16 de maio, celebramos o Dia Internacional do Viver Juntos em Paz.

Neste dia, prestamos homenagem aos esforços desenvolvidos pela comunidade internacional para construir a paz e apelamos a todos os atores da sociedade para que trabalhem nesse sentido.

A compreensão mútua entre os povos de diferentes culturas é um elemento-chave para vivermos juntos em paz.

A UNESCO, fiel ao seu mandato de erguer os baluartes da paz na mente dos homens e das mulheres, está empenhada em promover as culturas e a diversidade cultural, com vista a fomentar o intercâmbio e a compreensão entre os povos, na medida em que cada cultura contribui para a construção da humanidade no seu todo.

Promover o diálogo intercultural para reforçar os valores, as instituições e as competências que promovem a paz é o objetivo da Década Internacional das Nações Unidas para a Aproximação das Culturas, liderada pela UNESCO. Esta Organização e o sistema das Nações Unidas, no seu conjunto, envidam esforços para reforçar a compreensão, as capacidades e a sensibilização neste domínio.

As competências, uma atitude recetiva e o conhecimento necessários para interagir de forma pacífica com pessoas de origens culturais diferentes estão, rapidamente, a tornar-se na competência-chave fundamental para todos.

Através da sua Coligação Internacional de Cidades Inclusivas e Sustentáveis (ICCAR), a UNESCO defende a solidariedade global e a colaboração para o desenvolvimento urbano inclusivo, livre de todas as formas de discriminação. É através da partilha de boas práticas, conhecimentos e experiências que as cidades da ICCAR aprendem com as iniciativas umas das outras e, subsequentemente, desenvolvem as suas próprias políticas e programas adaptados aos seus contextos locais, nas áreas da educação, habitação, emprego e cultura.

Este Dia Internacional oferece uma oportunidade para refletir em conjunto sobre formas e ações específicas para melhorar a convivência e promover um ambiente inclusivo, pacífico e sustentável a todos os níveis, para que a humanidade possa viver em paz. Como afirmou Martin Luther King: “Se queremos ter paz na terra, (…) os nossos compromissos devem transcender a nossa raça, a nossa tribo, a nossa classe e a nossa nação; e isso significa que devemos desenvolver uma perspetiva mundial “. Esteja certo de que a UNESCO está totalmente comprometida com esta missão.

Audrey Azoulay

 
 

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