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Dia Mundial da Alimentação

Comer, alimentar o corpo, nutrir afetos, alegrar a alma – somos felizes à mesa, em família ou com amigos. A gastronomia perpetua a herança dos alimentos; faz perdurar as tradições das dietas, um dos traços identitários mais genuínos que caracterizam as diferentes regiões do mundo; é um modo de viajar pelos sabores e conhecer outras humanidades, outras agriculturas, outras geografias.

O Dia Mundial da Alimentação lembra que todos deveriam ter direito a uma refeição digna – Enquanto família humana, a nossa prioridade é um mundo sem fome.

Na Biblioteca da Sá da Bandeira, recuperamos uma obra fundamental para a história da alimentação: 6000 anos de pão, de Heinrich Eduard Jacob. Aí, lemos que “O pão está ligado à civilização ocidental há seis mil anos – desde os Egípcios que o inventaram – embora a epopeia dos cereais busque alimento na humanidade há quase quinze mil anos. A história do pão assenta fundamentalmente no trigo e no centeio. O pão no sentido técnico da palavra é uma descoberta química – uma prodigiosa e extraordinária descoberta química do homem. Porque o pão que faz viver o homem só pode sobreviver pela mão do homem.

Para ler este e outros livros relacionados com a alimentação – história, diversidade, nutrição, gastronomia, culinária, agricultura – basta consultar a zona da classe 6, subdivisões 63, 641, 664.

 
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Publicado por em 16 de Outubro de 2020 em Ciência, Cidadania, Saúde, Tradições

 

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Dia Mundial do Professor

Criado em 1994 pela UNESCO, o Dia Mundial do Professor pretende lembrar ao mundo o papel fundamental daqueles a quem Meirieu considera o próprio futuro, base fundamental do triângulo pedagógico educando – saber – educador.

Neste dia, a imprensa e as redes sociais evocam os mestres “sal da terra, luz da humanidade”:

Sem professores, nenhuma outra profissão existiria. Sem professores, a herança científica, tecnológica e artística tenderia a desaparecer. Sem professores, a vida social e cultural ficaria mergulhada num deslaçamento caótico.

Na Biblioteca da Sá da Bandeira, os docentes têm ao dispor a atualizada secção 37, da CDU. Neste blogue, as páginas sobre ferramentas tecnológicas, com tutoriais e hiperligações, assim como o acesso a recursos digitais de acesso livre, permitem o trabalho em linha profícuo e inovador.

 
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Publicado por em 5 de Outubro de 2020 em Bibliotecando, Cidadania, UNESCO

 

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Dia Mundial do Animal

Os homens bons ficam na memória da humanidade, inspiram valores que para todo o sempre marcam o coletivo humano.

São Francisco de Assis

Assim foi Francisco de Assis, nascido Giovanni di Pietro di Bernardoni, varão herdeiro de rico mercador. Conta-se que, por inspiração divina, questionou a arrogância e a soberba dos homens, contestou a desigualdade entre os seres. Louvava a maravilha da criação e, por isso, preconizava a bondade e o respeito por todas as formas de vida.

Em honra dos ideais de Francisco de Assis, padroeiro dos animais, foi instituído o Dia Mundial do Animal, celebrado anualmente a 4 de outubro.

Em 1978, a UNESCO e a ONU aprovaram a Declaração Universal dos Direitos do Animal, texto adotado pela Liga Internacional dos Direitos do Animal, cujo preâmbulo permanece intemporal:

Considerando que todo o Animal tem direitos. Considerando que o desconhecimento e desrespeito desses direitos conduziram e continuam a conduzir o homem a cometer crimes contra a natureza e contra os animais. Considerando que o reconhecimento por parte da espécie humana do direito à existência das outras espécies de animais constitui o fundamento da coexistência das espécies no mundo. Considerando que o homem comete genocídios e que existe a ameaça de os continuar a cometer. Considerando que o respeito pelos animais, por parte do homem, está relacionado com o respeito dos homens entre eles próprios. Considerando que faz parte da educação, ensinar, desde a infância, a observar, compreender, respeitar e amar os animais.

Na Biblioteca da Sá da Bandeira, os animais habitam todas as estantes: os grandes romances e novelas – Cão como nós e outros – estão na classe 8; os melhores textos juvenis, como Platero e eu, O Gato e o escuro, A viúva e o papagaio, Nero Corleone, por exemplo, estão na 82-93; e a banda desenhada de Garfield está na zona da leitura de lazer. Basta visitar a Biblioteca e requisitar!

 

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Dia Mundial da Música

No Dia Mundial da Música, a Biblioteca da Sá da Bandeira evoca o centenário de Amália Rodrigues – e a canção portuguesa, desde as cantigas medievais à contemporaneidade:

O Fado nasceu um dia
Quando o vento mal bulia
E o céu o mar prolongava
Na amurada dum veleiro
No peito de um marinheiro
Que estando triste cantava

Também o som da guitarra portuguesa marca a sonoridade lusa:

Na Biblioteca da Sá da Bandeira há um mundo de música para ouvir e ler!

É na classe 7 que encontramos as grandes obras clássicas mundiais, os registos sonoros e vídeo dos grupos e cantores portugueses, as enciclopédias e dicionários de música.

Na subclasse 929, podem ser encontradas as biografias dos maiores nomes da música portuguesa e mundial.

 
 

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Bibliotecas e Plano de contingência

As bibliotecas do Agrupamento de Escolas Sá da Bandeira seguem as normas contempladas no Plano de Contingência para prevenção de infeção por COVID-19, elaborado especificamente para concertar atuações em todas as escolas e organismos do Agrupamento, durante a pandemia.

As medidas adotadas para as bibliotecas integram o documento geral, constituindo o 2.1.10 a síntese das ações a desenvolver:

Bibliotecas – súmula de medidas de contingência

Medidas a nível das Bibliotecas

1 – A frequência das bibliotecas obedece ao previsto no Regulamento Interno e no Regimento das Bibliotecas Escolares, tendo em atenção todas as medidas de segurança em vigor, nomeadamente o uso obrigatório de máscara, a desinfeção das mãos com uma solução antisséptica de base alcoólica, à entrada e saída das bibliotecas, e a observação da distância de segurança.

2 – À semelhança do preceituado para a globalidade das instalações, a entrada, a saída e o percurso no interior das bibliotecas deve ser feito pela direita.

3 – Nas zonas informáticas de cada biblioteca, os postos de trabalho correspondem a um computador, de uso individual, sendo a lotação correspondente ao número de computadores disponíveis.

4 – As zonas de estudo individual, de leitura, e gabinetes têm lotação máxima definida segundo a área de cada biblioteca e cada zona referida.

5 – Nas zonas de estudo, as mesas são para uso individual, com acesso às estantes vedado aos utilizadores e exclusivamente feito pelas equipas das bibliotecas.

6 – Nas zonas de leitura, a ocupação é feita unicamente nos lugares assinalados.

7 – Os empréstimos para sala de aula são de requisição prévia, com 48h de antecedência, feita pelo professor.

8 – O empréstimo domiciliário respeitará o preceituado no artigo 18º do Regimento da Bibliotecas Escolares (tipologia dos documentos e prazos).

9 – Todos os materiais/documentos sujeitos a empréstimo terão uma quarentena de 48 horas, após devolução.

10 – A higienização, nas bibliotecas, obedece às normas de atuação definidas, adequando-se, em prazos e produtos usados, aos espaços e tipologia de materiais.

 
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Publicado por em 21 de Setembro de 2020 em Bibliotecando, Cidadania, Saúde

 

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Bibliotec@s em regime presenci@l e E@D

Em tempo de pandemia, as bibliotecas acompanham e apoiam o Ensino Presencial, cumprindo as normas gerais de ocupação dos espaços e todas as medidas de segurança em vigor.

Além dos procedimentos de adequação e higiene ajustados aos espaços e equipamentos, atualizamos o Plano E@D , de modo a prevenir contingências e continuar a apoiar a comunidade educativa.

O documento As Bibliotecas Escolares no Regime Presencial e E@D pode ser consultado aqui.

 
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Publicado por em 21 de Setembro de 2020 em Cidadania, Literacias, Saúde

 

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#Escola em segurança

Para uma Escola em segurança, é essencial que toda a comunidade colabore. Saber que convergimos para o mesmo objetivo – viver a escola com a normalidade possível – tranquiliza-nos e motiva-nos para aprendizagens profícuas.

Bem-vindos à Escola!

 
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Publicado por em 17 de Setembro de 2020 em Saúde

 

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Prioridades para as bibliotecas

Este é um ano letivo de reajustes e redefinições.

As bibliotecas escolares são estruturas atentas à mudança e às necessidades da comunidade em que estão inseridas. O documento que divulgamos define as prioridades para 2020-2021. Consulte-o AQUI.

 
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Publicado por em 10 de Setembro de 2020 em Bibliotecando, Literacias

 

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Bem-vindos a setembro

Bem-vindos a setembro!

Estamos no tempo do regresso: setembro é tempo de escola, de retomar rotinas. Este ano, continuamos hábitos recentes – etiqueta respiratória, higienização, uso de máscara, distanciação social. Mantemos na escola tudo o que iniciamos em março.

Estamos preparados para recomeçar em segurança.

 
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Publicado por em 1 de Setembro de 2020 em Bibliotecando

 

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Visitas de estudo reais e virtuais

Uma biblioteca facilita a preparação de visitas de estudo, reais e virtuais. Tem as obras literárias, coluna dorsal da viagem a fazer; tem os guias e os documentos necessários à preparação do percurso; funciona como apoio a alunos e professores, no domínio dos recursos tecnológicos a utilizar; elabora, ou ajuda a executar, o guião de visita segundo os parâmetros do referencial Aprender com a Biblioteca Escolar.

Santarém é uma cidade privilegiada, cuja monumentalidade e importância literária têm uma potencialidade educativa notável. Viajando pela cidade, as escolas materializam as obras literárias, viajam no tempo e todos aprendem sobre a importância de uma cidadania esclarecida, salvaguarda da memória coletiva e sedimento da cultura portuguesa.

Os púlpitos de Vieira em Santarém

Os púlpitos de Vieira e a presença de Frei Luís de Sousa em Santarém é o nome da visita de estudo realizada pelos alunos do 11º ano, turma A – repetiram os passos de António Vieira, viram o palacete onde os avós foram serviçais e o local onde o pregador celebrou as exéquias do Conde de Unhão; visitaram o palácio Landal, onde nasceu Manuel de Sousa Coutinho, o conjunto escultórico que evoca a família personagem de Frei Luís de Sousa e a toponímia com que a cidade lembra a ilustre personagem de Almeida Garrett. Os leitores podem fazer a viagem aqui.

 

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