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175 anos – um universo de saber

1843-2018

175 anos  a formar gerações num universo de saber

Do Lyceu à Escola Secundária, um percurso a olhar futuros maiores

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Publicado por em 11 de Outubro de 2018 em Bibliotecando, Memória

 

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José Saramago: 20 anos de Nobel

‘Deram-me o Nobel, e o quê?’

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“Em certo sentido poder-se-á mesmo dizer que, letra a letra, palavra a palavra, página a página, livro a livro, tenho vindo, sucessivamente, a implantar no homem que fui as personagens que criei. Creio que, sem elas, não seria a pessoa que hoje sou, sem elas talvez a minha vida não tivesse logrado ser mais do que um esboço impreciso, uma promessa como tantas outras que de promessa não conseguiram passar, a existência de alguém que talvez pudesse ter sido e afinal não tinha chegado a ser.  
        Agora sou capaz de ver com clareza quem foram os meus mestres de vida, os que mais intensamente me ensinaram o duro ofício de viver, essas dezenas de personagens de romance e de teatro que neste momento vejo desfilar diante dos meus olhos, esses homens e essas mulheres feitos de papel e de tinta, essa gente que eu acreditava ir guiando de acordo com as minhas conveniências de narrador e obedecendo à minha vontade de autor…”

José Saramago , Discurso na Nobel Foundation, em 7 de dezembro de 1998

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Publicado por em 7 de Outubro de 2018 em Literatura

 

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Centenários

Memórias centenárias  de Santarém em palestra na Escola Superior Agrária – três instituições que se entrelaçam na história da cidade, unidas nas palavras sapientes da Professora Lucinda Saragoça.

CRJornadasEuropeiasPatrimónio2018

 
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Publicado por em 27 de Setembro de 2018 em Bibliotecando, Memória

 

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Aos LEITORES

Ler+2027

Aos Leitores 

                Ler é um prazer. Mas só para alguns. Para quem cresceu entre livros, por exemplo, e conquistou, a cada página lida, o gosto pela leitura. Ao mesmo tempo, descobriu que cada livro guarda dentro outros mundos, outras pessoas, outros lugares, outros tempos, outras memórias, outras formas de ser, de estar, de sentir, de comunicar, de rir… E essa descoberta, intimamente ligada à preservação da capacidade de espanto que caracteriza a infância, terá sempre alimentado a vontade de continuar a ler. Por prazer, não por obrigação.

                Não é muito diferente do que acontece com outras atividades que preenchem o nosso quotidiano, como comer ou fazer exercício físico. Comer pode ser um prazer, para quem desde cedo aprendeu a distinguir o sabor dos alimentos; fazer exercício físico também pode ser um prazer, para quem cresceu a fazer cambalhotas e pinos, a jogar à bola e a correr atrás dos amigos. É certo que todas estas atividades, sendo à partida naturais, implicam depois uma decisão e uma prática. No caso da leitura, essa decisão e essa prática dependem, muitas vezes, de quem nos rodeia: das famílias, dos amigos, dos professores… Se quem nos rodeia tiver a capacidade de nos contaminar com boas leituras, leituras que alimentem a nossa curiosidade e estimulem a nossa imaginação, de certeza que cresceremos leitores.

                É também esse o momento em que se torna fundamental o papel do Plano Nacional de Leitura, fornecendo coordenadas para que a leitura se torne um prazer, isto é, sugerindo livros capazes de entusiasmar não apenas os que já são leitores, como aqueles que ainda não são. Funciona como um mapa, útil em qualquer viagem, sobretudo em viagens por territórios desconhecidos, e pode ser usado para orientar leitores de todas as gerações. Assim como para dar pistas para que as famílias e os professores saibam o que partilhar com os leitores mais novos, e até entre si.

                Essa troca — de professores com alunos, de famílias com professores, de pais com filhos — é essencial para formar leitores e para, no meio das dezenas de livros que são diariamente publicados em Portugal, distinguir os melhores. Só deste modo será possível criar uma rede em que os livros, escolhidos por especialistas, possam circular pelas mãos dos leitores, os que já o são e os que se tornarão. A leitura implica essa prática. E essa conquista.

Teresa Calçada,

Comissária do Plano Nacional de Leitura 2027

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Direitos de autor na era digital

No início de setembro, o Parlamento Europeu atualizou as regras dos direitos de autor em linha. Eis as renovadas normas de cidadania digital – o texto e o vídeo:

https://yt.europarltv.europa.eu/embed.min.html?id=6313&lang=pt

“Todos os dias, música, escrita, espetáculos e artigos de jornal são publicados em linha.

A revolução digital originou uma nova forma de consumir conteúdos artísticos e jornalísticos. Seja em linha ou fora de linha, os autores, artistas e jornalistas devem receber um pagamento justo pelo seu trabalho.

Por esta razão, o Parlamento votou para atualizar as regras dos direitos de autor em linha,que datam de há 17 anos. Gostaríamos que as plataformas assumissem mais responsabilidade sobre os conteúdos da plataforma e, em segundo lugar, gostaríamos de evitar a violação de obras protegidas por direitos de autor, desde o início.

O Parlamento quer garantir que as plataformas de partilha de conteúdos e os agregadores de notícias não privem os artistas de remuneração quando utilizam os seus conteúdos.

As empresas digitais terão de assegurar que qualquer material carregado protegido por direitos autor esteja bloqueado se nenhuma taxa tiver sido paga. Os editores de imprensa também devem poder reivindicar um pagamento se as plataformas utilizarem os seus conteúdos. É uma situação equilibrada entre dois direitos fundamentais: por um lado, a liberdade de expressão e, por outro lado, os direitos de propriedade. Os autores e os artistas também teriam direitos de negociação mais fortes, para reforçar a sua posição ao lidar com plataformas grandes e poderosas. Poderão rescindir cláusulas de exclusividade ou exigir um pagamento superior se o valor que receberam for excessivamente baixo.

Numa tentativa de encorajar as start-ups e a inovação, o texto isenta da diretiva as pequenas e as microplataformas. As enciclopédias em linha ou as plataformas de software de fonte aberta, como a Wikipedia e o GitHub, estarão isentas das regras.

A proposta também prevê exceções para os conteúdos utilizados para a educação e em instituições culturais, como museus e bibliotecas.”

Fonte: https://www.europarltv.europa.eu/pt/programme/eu-affairs/new-copyright-rules-for-the-digital-age-1

 

 
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Publicado por em 21 de Setembro de 2018 em Bibliotecando, Cidadania, Literacias

 

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Bem-vindos!

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Publicado por em 17 de Setembro de 2018 em Bibliotecando

 

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Plástico? Recusar, reduzir, reutilizar.

3 de julho – Dia Internacional Sem Sacos de Plástico

O material que mais fascinou a segunda metade do século XX é hoje uma das maiores pragas – o plástico. Demora pelo menos 100 anos a degradar-se no meio ambiente: contamina, polui, mata.

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Recusar, reduzir, reutilizar são  gestos básicos que estão ao alcance de todos – voltar a usar sacos de pano, rejeitar os plásticos desnecessários, reinventar a utilização dos  que temos em casa, eis pequenos atos que contribuem para um planeta mais saudável.

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Na Biblioteca da Sá da Bandeira há literatura que informa sobre maneiras de ser mais amigo do ambiente!

 

 

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